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  • Fernando Ramos
  • 9/jul/2020
  • Geral

Lagoa Grande | Realizada reunião com o comitê municipal de enfrentamento da covid-19

Art. 3º e parte final de seu respectivo parágrafo único do Decreto Municipal nº 015/2020, de 30 de junho de 2020, que prorrogou as medidas restritivas estabelecidas no Decreto Municipal nº 011/2020, de 8/5/2020, para até dia 15 de julho (atividades não essenciais) e até 31/7/2020 (atividades escolares presenciais), condicionou a realização de nova reunião do Comitê Municipal de Enfrentamento da COVID-19 (colegiado instituído na forma do art. 10 do Decreto Municipal nº 02/2020, de 17/3/2020), visando à avaliação e apresentação de subsídios ao chefe do Poder Executivo, detentor legítimo de autonomia legal para expedir decretos, neste caso sobre medidas para a partir do dia 16 de julho de 2020.

A reunião foi realizada nesta quarta-feira, 8 de julho, de forma ampliada, com a participação de empresários do segmento de academias, secretários municipais e vereadores representantes do Poder Legislativo, a convite do prefeito Chico Freitas.

A abertura da reunião se deu com explanação feita pelo prefeito Chico Freitas, nesta quarta-feira em que a comunidade lagoagrandense chora a perda de um servidor municipal, filho da cidade, Francisco Fernandes dos Reis, vencido pela COVID-19.

Franqueada a palavra para as vinte e uma pessoas presentes (integrantes do comitê, empresários, secretários municipais, ouvintes e vereadores), dezenove desses tendo feito uso da palavra com avaliação e manifestação pessoal,  e mais uma vez com amadurecidos depoimentos e circunstanciados e oportunos comentários de preservação da vida e da situação controlada da estatística epidemiológica no município, a maioria dos posicionamento houve por bem opinar e sugerir a abertura, sob protocolo sanitário a ser rigorosamente observado e cumprido, das atividades de academias e das igrejas religiosas.

Dois dos que participaram, apenas dois, defenderam com veemência o retorno das atividades dos bares. Porém, a vingar entendimento da maioria, prevaleceu direcionamento ao prefeito no sentido do novo decreto a ser editado dia 15 de julho liberando apenas as duas atividades já mencionadas (atividades religiosas e academias).

Médicos presentes expressaram concordância, bem como a secretária municipal de saúde, o que muito favoreceu para a nova definição participativa e democrática da flexibilização acordada no âmbito do colegiado, nada obstante o reconhecimento da autonomia do prefeito, representante do poder executivo, nessa decisão em sua alçada pessoal indelegável.

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